Seder

NEROT

É costume acender ao menos duas velas nas vésperas de cada data santificada.

KADÊSH

1ª parte do seder; faz-se o Kidush (benção ao vinho) e bebe-se a primeira taça.

URCHATZ

Lavagem das mãos sem citar o Netilat Yadaim (benção da lavagem das mãos), para despertar a curiosidade das crianças.

KARPÁS

Mergulhamos um pequeno pedaço de vegetal (cebola, salsão, rabanete ou batata cozida) em água salgada e o comemos após recitar a brachá (borê pri haadamá). O vegetal simboliza a riqueza e a liberdade, pois os pobres e os escravos não o  comiam no Egito, enquanto a água salgada lembra as lágrimas derramadas pelos nossos antepassados escravizados.

IÁCHATS

A matzá do meio (levi) é quebrada em duas partes desiguais, o pedaço menor é recolocado no meio e o pedaço maior serve de afikoman (ver “milon”); referência à condição escrava, que nunca tem muita comida e sempre faz provisões para o futuro incerto.

MAGUID

É a parte em que conta-se a história de pessach.

O oficiante ergue a metade menor da matzá do meio e todos recitam Halachmá Aniá; a matzá é recolocada em seu lugar e enchem-se os copos pela 2ª vez.

Canta-se o Ma Nishtaná e o Avadim Hayinu (ver “shirim”).

Conta-se sobre a história dos 5 sábios que se reuniram numa noite de pessach e discutiram até o nascer do sol sobre como deve-se recordar “do dia da tua saída da terra do Egito, todos os dias da tua vida” antes e depois da chegada de Mashiach (Messias).

Conta-se sobre os 4 tipos de filhos de que fala a Torá. O sábio pergunta o que significam os diferentes tipos de mandamentos que Hashem ordenou e a ele o pai deve ensinar detalhadamente todas as leis de pessach, inclusive que não é permitido comer nada após o afikoman. O mau pergunta “para que vocês fazem essas coisas?” e, ao excluir-se, ele demonstra que não acredita na Torá e o pai deve responder duramente “por isto que Hashem me fez sair do Egito, a mim e não a pessoas como você, pois se estivesse lá não mereceria ser salvo”. O simples pergunta o que significa tudo isto, a quem o pai deve responder que fazemos este seder porque Hashem nos tirou com mão forte da escravidão do Egito. Ao que ainda nem sabe perguntar, cabe ao pai tomar a iniciativa e contar-lhe a história de pessach, como diz a Torá.

Canta-se o Vehi Sheamdá.

Conta-se a história da saída do Egito (ver “história de pessach”). É costume derramar um pouco de vinho do copo ao mencionar cada uma das dez pragas.

Canta-se o Daiênu (ver “shirim”).

Raban Gamliel costumava dizer que qualquer pessoa que deixou de mencionar as palavras pessach, matzá e maror não cumpriu seu dever no seder.

Em cada geração cada judeu deve sentir como se ele mesmo tivesse saído do Egito, conforme diz a Torá “e contarás a teu filho naquele dia: ‘por isto o Eterno me fez sair do Egito’.” Por causa de todos esses milagres e favores citados no seder, agradecemos Hashem e cantamos Haleluia e Betzet Israel.

Erguem-se novamente os copos e recita-se o kidush com a segunda taça.

RACHTSÁ

Lavamos as mãos novamente, mas dessa vez com o Netilat Yadaim.

MOTSÍ

Ergue-se as 2 ½ matzot e recita-se a brachá (hamotsí lechem min haaretz).

MATZÁ

Segura-se a matzá superior (cohen) e a quebrada do meio (levi) e recita-se a brachá (al hachilat matzá). Em seguida distribui-se um pedaço de cada uma dessas matzot para todos os participantes.

MAROR

Come-se a raíz forte para lembrar o amargor da escravidão e recita-se a brachá (al hachilat maror).

CORECH

Pegamos a matzá inferior (israel) e partimos ela de forma a fazer um “sanduíche” com maror e charosset (ver “keará”) e então rezamos (zecher lamicdash kehilêl).

SHULCHAN ORECH

O jantar é servido. Costuma-se comer primeiro o ovo cozido da keará, mergulhado em água com sal. Comemos reclinados para o lado esquerdo como expressão de liberdade.

TSAFUN

Procura-se o afikoman, que é então comido. Não se come nada após o afikoman.

BARECH

Enche-se o terceiro copo. Recita-se o salmo Shir Hamaalot, seguido do Birkat Hamazon (benção de graças à refeição) e de outras bençãos. Abençoa-se então o vinho (borê pri hagafen) e bebe-se o terceiro copo. Canta-se para Eliahu Hanavi (ver “shirim”) e é costume abrir a porta da casa e oferecer um copo de vinho para o profeta que nunca morreu e visita os lares judaicos nesse dia.

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HALEL

Enche-se o quarto copo de vinho e prossegue-se com a leitura do Halel (salmos de louvor), interrompida pelo jantar. Abençoa-se novamente o vinho e bebe-se a quarta taça.

NIRTZÁ

Encerra-se o seder, pedindo a Hashem que aceite-o e abençoe o nosso esforço, pedindo para que Leshaná habaá birushalaim (ano que vem em Jerusalém).

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