Chinuch Hayom - educação em Israel


Na etapa em que estamos do Shnat, Machon LeMadrichim, toda quarta feira é conhecida como Yom Israel, quando conhecemos aspectos da cultura e sociedade israelense de perto. Um dos temas do Yom Israel foi diferentes formas de educação, muito relevante para as tnuot: começamos o dia em uma yeshiva, cuja proposta não é apenas ensinar judaísmo mas também outras matérias como física, matemática e filosofia para possibilitar a integração do aluno em diferentes setores da sociedade israelense. Além disso, reforçam o conceito judaico de Chavruta em que as disciplinas, judaicas ou não, devem ser estudadas e discutidas em grupo com objetivo de obter melhor compreensão.

Depois do almoço, fomos a uma escola em que um dos grandes objetivos é a integração de judeus e palestinos. A instituição se esforça para manter uma proporção de quase metade judeus, quase metade palestinos e grupos minoritários em Israel como asiáticos e drusos. As aulas costumam ter um professor falando hebraico e outro árabe e em aulas de humanas, a história é contada sob os pontos de vista judaico e palestino.

Mais tarde conhecemos uma escola construtivista em que não há provas. No começo de cada semestre, os alunos estabelecem metas com os professores e elas devem ser cumpridas até o fim do período letivo. Essas metas podem ser tanto acadêmicas quanto emocionais ou afetivas. A escola também foca bastante em alunos com TDAH e como educá-los, de preferência, sem medicações que podem ter efeitos negativos.

Por último conversamos com uma representante do Bnei Akiva em Israel. Se as tnuot surgiram com o objetivo de difundir o sionismo, o que faz uma tnuá em Israel? Muitas vezes, mobilizam-se para obter mudanças na sociedade. No caso do Bnei Akiva, eles atuam para obter mais direitos a deficientes físicos e auditivos, chegando a inspirar leis nacionais.

Nos quatro exemplos de educação (yeshiva, escola binacional, escola construtivista e tnuá), é possível ver elementos em que acreditamos no Hebraikeinu. O contato grupal, respeitando as individualidades. O contato de diferentes opiniões gerando pensamento crítico. A transformação da sociedade pelos jovens e a educação não formal. São apenas alguns exemplos do que aprendemos nesse dia de Yom Israel.


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